quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Mestres da Cultura - Tambor de Fulô e seus Cravos



Mas porque começar com pessoas tão novas para os mestres da cultura?
Porque mostra como uma geração nova carrega o Entendimento, buscam os saberes antigos de mestres que desenvolveram e criaram tanta Arte e Conhecimento para toda a Humanidade, mesmo boa parte desconhecendo estes trabalhos. 
São flores em sua maior parte e de sua origem, mas também possuem cravos que trazem mais beleza e força para o publico que assiste este grupo que toca, dança, baila e carrega história e arte em seus cortejos. São jovens, mas fortes, determinados e felizes em cada batida nos tambores de maracatu que ressoam na alma e pelo tempo até o infinito sem jamais parar. Não querem ser chamados de mestres já que se consideram apenas estudantes e apreciadores, e que sim, desejam aprender e tem muito pela frente para quem sabe serem chamados de mestres um dia, e desejam manter viva todas as tradições e trabalhos destes mestres - A condição de mestre é um trabalho de pesquisa para toda uma vida. – Me aponta sua visão de mestre, Geovane Roger.



Cada um tem sua busca, é um coletivo que se reuni em comum para tocar e ensaiar, mas cada integrante tem interesses de pesquisa para seus objetivos particulares bem diversos, um busca mais o teatro, outro mais a musica. Prova disso, foi uma oficina que acabou colocando tudo isso junto em uma linguagem de interesse de outro integrante, Geovane, que busca mais o circo.

MESTRES DA CULTURA




Quem é que todas as manhãs, tardes e noites respira e (sobre)vive através de tanta Arte? Homens e mulheres que dentro de suas simplicidades escrevem, carregam peso, costuram, talham madeira, raspam gesso e isopor, preparam a tinta para o rolo de prensa, separam cores, penas e tecidos para fantasias, que alinham (ainda!) tipos para formar textos imortais no cordel, ensinam a ginga para a criança, adolescentes e adultos dentro da dança e do jogo da capoeira, que através de uma conversa trocam Ideias e Experiências. 

Livro A Filosofia Critica de Kant - Gilles Deleuze

Numa exposição tão sintética quanto rigorosa. Gilles Deleuze põe ao alcance dos leitores aquilo que constitui a «filosofia crítica de Kant».  
Deleuze situa-nos aqui no coração da «revolução copernicana» de Kant: a faculdade de conhecer como legisladora, a submissão necessária do objeto ao sujeito, o homem verdadeiro legislador da Natureza. Neste contexto, é importante o problema da relação entre as três faculdades ativas (imaginação, entendimento, razão), que é analisado nas três grandes Críticas (Crítica da Razão Pura, Crítica da Razão Prática e Crítica da Faculdade de Julgar).

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quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

Abram Alas a Filosofia Desconhecida.





Tu tem coragem de viver de verdade?
Muito estudei e refleti sobre pensadores e sobre seus conceitos, e sim, é muito difícil isso tudo. São vários pensamentos, posturas, éticas, disse e me disse. Neste meu laboratório que é o Mundo, minha vontade é de descobrir como ensinar, fazer compreender e saber sobre a filosofia e, dentro dela A Verdade, A Harmonia e O Amor. Claro entre muitos outros conceitos que sempre foram A Busca dos Homens.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Albert Einstein como filósofo da ciência

Don A. Howard
Universidade de Notre Dame
 
Hoje em dia, o compromisso explícito com a filosofia da ciência quase não tem lugar na preparação dos físicos ou na investigação física. O pouco que os estudantes aprendem sobre temas filosóficos é normalmente aprendido ao acaso, por uma espécie de osmose intelectual. Apanham-se ideias ou opiniões na sala de aulas, no laboratório, e em colaboração com o supervisor. A reflexão cuidada sobre ideias filosóficas é rara. Ainda mais rara é a instrução sistemática. Pior ainda, admitir publicamente um interesse pela filosofia da ciência é frequentemente tratado como um disparate social. Falando com justiça, não são poucos os físicos que pensam filosoficamente. Contudo, as abordagens explicitamente filosóficas da física são a excepção. As coisas não foram sempre assim.

"Independência de juízo"

Em Dezembro de 1944, Robert A. Thornton tinha um emprego novo: ensinar física na Universidade de Porto Rico. Tinha acabado de se formar pela Universidade do Minnesota, na qual tinha escrito a sua tese de doutoramento em "Medição, Formação de Conceitos e Princípios da Simplicidade: Um Estudo em Lógica e Metodologia da Física", sob a orientação de Herbert Feigl, um conhecido filósofo da ciência. Querendo incorporar a filosofia da ciência no seu ensino de introdução à física, Thornton escreveu a Albert Einstein pedindo auxílio para convencer os seus colegas a aceitar essa inovação. Einstein respondeu:
Concordo plenamente consigo quanto à importância e ao valor educativo da metodologia e bem assim da história e da filosofia da ciência. Hoje, muitas pessoas — e mesmo cientistas profissionais — parecem-me alguém que viu milhares de árvores mas nunca uma floresta. Um conhecimento das bases históricas e filosóficas fornece aquele tipo de independência dos preconceitos da sua geração que afectam muitos cientistas. Esta independência criada pelo conhecimento filosófico é — na minha opinião — a marca de distinção entre um mero artesão ou especialista e um verdadeiro pesquisador da verdade.1
Einstein não estava simplesmente a ser educado: ele queria mesmo dizer isto. Andava a dizer a mesma coisa há cerca de 30 anos. Sabia pela sua experiência na vanguarda das revoluções da física no início do século XX que ter cultivado um hábito mental filosófico tinha feito dele um melhor físico.