sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Filosofighters: conheça O JOGO e os bastidores do newsgame 360º lançado pela SUPER



Lembro de ter escolhido cursar jornalismo depois de ler “O Anjo Pornográfico” – biografia de Nélson Rodrigues, escrita pelo Ruy Castro. Bom, decidir qual carreira seguir inspirado por uma época glamourosa – cheia de repórteres boêmios e criativos, debatendo o mundo nos bares – talvez tenha sido ingenuidade. Mas alguns desses momentos de “lampejo” na mesa de bar ainda acontecem nos dias de hoje. Foi numa mesa de bar que o fotógrafo Raoni Madalena contou para designer Fabiane Zambon que tinha a ideia de criar um jogo de luta com filósofos. Em outro boteco, definimos que isso podia virar um newsgame interessante para o site da SUPER e resolvemos começar a apuração.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

O Uso do Livro Didático e o Ensino da Filosofia em Nível Médio

Escrito por Profa. Dra. Dirce Eleonora Nigro Solis

A questão do livro didático em Filosofia para o Ensino Médio deve estar sobretudo ligada a uma determinada concepção de filosofia.

Vale lembrar apenas a título de rememoração histórica que desde a criação da cadeira de filosofia no Pedro II (1838), de caráter propedêutico, um antigo compêndio clássico era utilizado como livro – base, o “Genuense”, apelido de “As Instituições da Lógica” do italiano Antonio Genovesi. E que será combatido posteriormente. Podemos recordar , também, o Padre Leonel Franca , livro da década de 40, ou a História da Filosofia de Nicola Padovani utilizado nas 03 séries do curso clássico lá pelos idos dos anos 60. A Filosofia era ou identificada com a Lógica Clássica e a Teoria do Conhecimento ou então com o estudo dos filósofos clássicos em sua História. Identificada tradicionalmente com as humanidades literárias ou clássicas, a filosofia já se tornava desde então alvo de críticas dos partidários dos currículos centrados nas ciências , visando atender às exigências do mundo contemporâneo cuja realidade se definia como científica e tecnológica. De cunho particularmente positivista , esta preocupação com a filosofia nas escolas secundárias, começa por excluí-la das intenções práticas e utilitaristas com as quais a educação básica deveria se comprometer.

IV Semana de Filosofia - Rio Branco, Acre




A semana da filosofia é aberta ao público geral. É o momento que se processam os debates sobre as grandes reflexões da humanidade.Obedece o formato de seminário, com certificação, com apresentação de painéis por palestrantes de renome nacional e internacional. Nessa edição serão apresentados trabalhos de acadêmicos, das instituições locais.
 
Quando: De 21 a 25 de outrubro d
e 19h ás 22h
Quanto: Entrada Franca
Onde: Cine Teatro Recreio, Rio Branco


Programação

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Comunicações Filosóficas - 19/10/2013


Palestra: Por que os historiadores detestam a filosofia? 
palestrante: professor Vicente Gil da Silva

O professor Vicente, nos adianta o que teremos em sua palestra nas Comunicações Filosóficas. Acreditamos que esse assunto será aberto a debate, porque conteúdo e ponto de vista terão vários na sala ambiente.

A atividade "Por que os historiadores detestam a filosofia?" tem por objetivo colocar em debate o visível mal-estar demonstrado  por boa parte dos historiadores com relação à filosofia. Esta crescente postura de ceticismo frente à especulação filosófica tem início na transição do século XIX para o XX, quando a história passa a ser vista como um ramo particular do conhecimento humano distinto de outras áreas do saber, buscando afirmar a sua identidade enquanto uma "nova" ciência. Esta tendência afirmou-se especialmente a partir da consolidação da chamada Escola dos Annales, surgida na França no início do século XX, que praticamente monopolizou naquele país - mas não só - a produção historiográfica. Em função da enorme influência que a Escola dos Annales exerceu sobre a historiografia de seu tempo - influência que se estende aos dias atuais -  o conhecimento produzido pela filosofia passou a ser visto pelos historiadores, no limite, como uma reflexão que nega a história. 
Diante disso, o debate terá como foco apresentar os motivos que levam os historiadores a adotarem esta postura, a partir dos argumentos presentes nas obras de alguns dos historiadores mais importantes ligados à tradição francesa dos Annales".

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

DA PRIMAVERA FILOSÓFICA

Matéria publicada no P3 de Portugal em março de 2012, sobre um manifesto feito pelos acadêmicos de Filosofia.

Esta é uma carta aberta aos jovens portugueses. Nós, membros do núcleo de filosofia da Universidade da Beira Interior, Sexto Empírico, decidimos escrever este manifesto porque acreditamos na Filosofia como uma ferramenta para mudar a realidade em que hoje vivemos.

Contrariamos a ideia de que a Filosofia é uma disciplina para velhos, assim como a noção popular de que esta disciplina é feita apenas de teoria. No fundo, o que tem feito do núcleo de filosofia, Sexto Empírico, uma entidade viva e constantemente rejuvenescida, é a permanente negação, nem sempre pacífica, deste mesmo imaginário.

Defendemos pois que é em tempos como o que atravessamos hoje, no meio de todas estas crises (porque não há só uma crise!) e da inexistência de uma saída razoável, que a filosofia pode dar o seu crucial contributo, como sempre o deu ao longo destes tempos mais confusos, de modo a que, finalmente, possamos ver nem que seja uma “ténue luz ao fundo do túnel”.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Imagem Filosófica


Rito da Ayahuasca


Concepção de Movimento segundo Zenão




 Foto de Eadweard Muybridge


Escrito por Rafael Medina Lopes 



Zenão de Eléia, em sua aporia da flecha ou aporia do movimento: Um arqueiro jamais atingirá o alvo com sua flecha. Uma Flecha, ao voar, está em repouso, porque uma coisa está em repouso quando ocupa um lugar idêntico a si mesmo. Assim, a cada instante, a flecha estará em repouso quando ocupa um lugar idêntico a si mesmo. Assim, a cada instante, a flecha estará ocupando um espaço idêntico a si mesma e, portanto, estará em repouso. Se atingir o alvo, devemos concluir que o movimento não é senão a soma dos repousos e que, portanto, o movimento é repouso e o repouso é movimento, o que é contraditório.
O argumento tem como base, o fato de que, em um espaço divisível o movimento é inviável. Portanto, reduz-se a mobilidade da realidade em um conjunto de imobilidades, ao partir do pressuposto que o movimento pode ser dividido em espaços de tempo e que estes dados espaços são imóveis.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

CAMPEONATO BANCO DO BRASIL DE EMPREENDEDORISMO E UNIVERSIDADES

O Campeonato Banco do Brasil de Empreendedorismo tem como objetivo principal fomentar e capacitar o empreendedorismo esportivo dentro das principais universidades do Brasil. Em tempos onde o universo do esporte tem atraído cada vez mais olhares e investimentos, principalmente no Brasil, o Campeonato Banco do Brasil de Empreendedorismo busca oferecer uma oportunidade única a todos os universitários que desejam empreender na área esportiva.