quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

PROVA: Um momento privilegiado de estudo não um acerto de contas, de Vasco Pedro Moretto

O livro de Vasco Moretto – resultado de muitos anos de trabalho com grupos de professores, da educação infantil ao ensino superior sobre o tema: Como operacionalizar uma aula com sucesso e como avaliar com eficácia e eficiência. Surgiu com o sentimento de ansiedade dos educadores por constatar uma verdadeira guerra de alguns acadêmicos contra as provas utilizadas como instrumento de avaliação. Visando ajudar esses docentes dedicados e, muitas vezes, com poucas oportunidades para uma reflexão simples e direta que elaboraram esse texto. (PDF de 18 paginas iniciais)
Nos oito primeiros capítulos foram abordados os temas: Como operacionalizar uma aula com sucesso. Nos dois capítulos finais foram abordados os fundamentos da mesma perspectiva quanto ao processo de avaliação da aprendizagem. O título dado ao livro é muito significativo tendo em vista a abordagem dada ao assunto, pois avaliar a aprendizagem está profundamente relacionado com o processo de ensino e, portanto, deve ser conduzido como mais um momento em que o aluno aprende chamado de momento privilegiado, porque na prova o aluno coloca suas energias em busca de sucesso, normalmente associado a uma boa nota. Prova – um momento privilegiado de estudo – não um acerto de contas.

No dizer do autor, objetivou-se ajudar o professor na prática do dia-a-dia, tendo por base o pensamento: “não é acabando com a prova escrita ou oral que melhoraremos o processo de avaliação da aprendizagem, mas ressignificando o instrumento e elaborando-o dentro de uma nova perspectiva pedagógica”(p. 9). O diagnóstico que se apresenta sobre a prova, não está na eliminação desse instrumento avaliativo, mas na transformação desse aplicativo em oportunidade dentro da nova perspectiva de ensino e aprendizagem.
O primeiro passo para a transformação justifica-se, segundo Vasco Moretto, por dar ao processo de avaliação um novo sentido, isto é, transformá-lo em oportunidade para o aluno ler refletir, relacionar, operar mentalmente e demonstrar que tem recursos para abordar situações complexas demonstrando ter adquirido competência como estudante.
O livro se estrutura em dez capítulos. Como já descrevi anteriormente, nos oito primeiros capítulos, apresenta - se o tema: Como operacionalizar uma aula com sucesso. Permite ao leitor conhecer os pressupostos da perspectiva construtivista sociointeracionista com relação ao ensinar, enfatizando que é uma atividade direta do professor quanto à organização das condições de aprendizagem. Encontra-se no primeiro capítulo o conceito do sucesso na atividade docente. O pseudo-sucesso e o sucesso real. O sucesso está nas ações que são: prepara aulas, ministra aulas, prepara provas e corrigi provas. Já o pseudo- sucesso acontece “Quando o aluno apenas repete o que o professor ensina”, isso é característica do ensino nas escolas tradicionais, onde ocorria a memorização mecânica, sem contextualização ou significados que são aprendidas pela força da repetição de perguntas e respostas. “Quando o aluno obtém boas notas nas provas”, e “Quando o professor fala sem parar e o aluno anota para reproduzir”. Faz parte do sucesso real, “Quando o professor atinge os objetivos de ensinar oportunizando aprendizagem significativa de conteúdos relevantes”. “Quando o ensino proporciona o desenvolvimento de habilidades e aquisição de conhecimentos, que conduzem às competências almejadas”.
No segundo capítulo, conceitua-se o ensino para as competências de três aspectos importantes que são “ser capaz de”, “mobilizar” movimentar, e “recursos”. Dentre os recursos disponíveis para mobilização ao abordar uma situação complexa o elemento exigido pelo autor é conhecer os conteúdos e desenvolver as habilidades e procedimentos necessários para que o sujeito possa saber fazer e fazê-lo bem. Quanto ao pensamento “Quando o aluno obtém boas notas na prova”, o autor relata que o professor não deve pensar que quando o aluno tira boas notas na prova ele obteve o sucesso no ensinar e atingiu seu objetivo que era promover a aprendizagem. Os resultados das notas não significam o sucesso no ensinar.  Afirma que, certas pessoas podem ter alguns elementos, tanto físicos, como intelectuais ou culturais que facilitam o desenvolvimento de habilidades.
Outro componente relacionado à aquisição de competências é a Linguagem, sendo esse o meio que realizamos a comunicação. Os valores culturais são específicos de cada contexto precisam estar disponíveis para serem mobilizados ao abordar situações complexas. Na visão do autor o professor que ensina em busca do desenvolvimento das competências primeiro não faz segredo dos objetivos de suas questões, pois está convencido que ensina para que os alunos aprendam e a avaliação nada mais é do que um momento especial desde o processo da aprendizagem. Relata ainda que, o professor competente precisa em primeiro lugar, conhecer bem os conteúdos pertinentes à sua disciplina. Depois, eles precisam ter habilidades necessárias para organizar o contexto de aprendizagem, escolhendo estratégias de ensino adequadas. Segue dizendo que as estratégias devem ser escolhidas levando-se em conta os valores culturais de seu grupo de alunos e dirigir-se a eles com uma linguagem clara, precisa e contextualizada. Portanto, esclarece que “ter competência como professor, e ter a capacidade de mobilizar recursos para abordar a situação complexa de ministrar uma aula” (p. 26).
Sabemos que, o professor é uma pessoa que apesar da profissão que exerce também tem sentimentos, problemas e emoções em sua vida pessoal e familiar e quanto a essa questão Vasco Moretto diz que, além da capacidade de mobilizar recursos o professor precisa ter “a capacidade de administrar suas emoções, seus problemas pessoais, suas dificuldades familiares, seu temperamento, suas ansiedades diante de um grupo de alunos que não rendem o que ele desejaria ou que se mostram indisciplinados" (p. 27). Dessa forma, ajudar o aluno a formar-se para a competência significa criar um contexto de aprendizagem onde ele aprenda a administrar suas emoções, onde ele se motive para aprender, onde ele sinta que junto com o seu mundo intelectual e seu mundo emocional.
Todavia, para que haja competência para ensinar o professor precisa administrar bem seus sentimentos para estar ensinando, resolvendo situações problemas em sala de aula, mantendo a capacidade de amenizar e de solucionar com discernimento os problemas de sala de aula. Assim, poderá ensinar o aluno também a administrar suas emoções e motivando-os a aprendizagem. Ao longo do tempo o ensino passou por transformações deixando o ensino tradicional e seguindo novas perspectivas, sobre essa questão o autor sustenta que apesar de estarmos na era dos computadores, que tem informações armazenadas, bastando aos alunos conhecerem as “chaves” de busca das informações, há ainda quem obrigue os alunos a copiar, copiar, copiar... e na prova reproduzir o que copiou, explica ainda que: “um professor competente não avalia seus alunos por uma prova.
Da mesma forma, não parece admissível um professor reprovar um aluno por alguns décimos nas notas. "Cabe, ao professor competente, utilizar-se de diversos instrumentos de avaliação à aprendizagem visando poder julgar sobre a possível competência do aluno numa situação específica” (p. 28-29). Sobre o ensino da matemática aborda que o fundamental na aprendizagem era aprender a fazer contas e os professores tinham a preocupação com a aprendizagem da tabuada.
Segundo o autor, a maioria dos alunos era “adestrada”, reproduzindo modelos e informações, sem, no entanto, procurar o sentido. Recomenda o uso da calculadora, pois ajuda as crianças na parte operatória, evitando desgaste de tempo e de energia com o “decorar a tabuada” de forma abstrata (o “cantar” a tabuada). O esforço de quem ensina é fazer com que as crianças desenvolvam a capacidade de atribuir significado ao que estão fazendo. Aprender a tabuada é o resultado das sucessivas operações feitas com objetivos de conhecimento “concretos” e que levariam ao processo de generalização.
No terceiro capítulo Moretto fala sobre Aulas: reflexo da epistemologia do professor dando a ideia do professor competente em sua ação de ensinar. Diz que, essa atividade está diretamente relacionada à sua forma de pensar e educação, à sua história como aluno e à sua formação que ele teve (se teve!) para o magistério.  A aula é o reflexo da epistemologia do professor, significa dizer que a concepção do professor em relação ao que é conhecimento determinará seu processo de ensino. A epistemologia que marcou a formação de grande número de professores em nossos dias por falta de melhor expressão, é a epistemologia tradicional, inspirada nas correntes ideológicas do empirismo e do positivismo e apoiada na psicologia comportamentalista.
No quarto capítulo, dedica-se ao processo de apropriação do conhecimento explicando que os conhecimentos para o professor com visão epistemológica tradicional são descrições do mundo, por isso, em aula ele descreve os objetos, independentemente do contexto do observador. O aluno, aprende e descreve o que aprendeu, reproduzindo o mundo físico e social, do modo como o professor fez no (processo de repetição, behaviorismo), o aluno aprende descrevendo o mundo que o rodeia. Nessa relação, que o conhecimento é um conjunto de verdades de natureza ontológica, em que o professor é o transmissor do conhecimento, e o aluno é o receptor, repetidor das mesmas. É a perspectiva construtivista sociointeracionista.
Nesta visão, o conhecimento não é uma descrição de mundo, mas uma representação que o sujeito faz do mundo que o rodeia, em função de suas experiências na interação com ele. Dizemos, então que, todo conhecimento é uma construção individual, resultante das experiências do sujeito cognoscente, em sua interação como mundo físico e social que o rodeia, isto é, todo conhecimento é uma construção mediada pelo social. O conhecimento como uma representação que o sujeito cognoscente faz do mundo físico e social.
Nessa perspectiva, os conhecimentos socialmente construídos, correspondem ao saber que os diferentes contextos sociais elaboraram, estandardizaram e legitimaram para o seu próprio grupo social. O aluno deixa de ser apenas um receptor-repetidor de informações para ser um elaborador de representações. O conhecimento é sempre uma construção individual.
No quinto capítulo, o autor analisa como age o mediador e mostra que se estiver de acordo com os princípios da perspectiva construtivista sociointeracionista, o modo de atuar do professor precisa ter algumas características bastante precisas que são ter conhecimento psicológico e cognitivo dos alunos, sendo de fundamental importância o conhecimento do contexto social dos mesmos, para através delas o professor poder trabalhar os valores, conceitos, linguagens e atitudes, também adequar seu planejamento e suas estratégias de ensino.
Nesse sentido, o professor deverá ter definido com clareza os objetivos de ensino para a avaliação da aprendizagem e escolher as estratégias adequadas na intervenção pedagógica. Também saber perguntar, pois uma boa pergunta possibilita uma boa resposta e saber ouvir para identificar o “repertório discursivo” do aluno (linguagem). Agindo assim, o professor estará atuando na “zona proximal do desenvolvimento” do aluno. Conclui este capítulo assim “Aprender é construir significados e ensinar é oportunizar esta construção”.
O sexto capítulo relata o papel da linguagem que é essencial para a construção do conhecimento e para os processos de ensino e aprendizagem. A construção do conhecimento se da pela interação professor e aluno, esses dois contextos estão ligados pela linguagem. O professor deverá entender que o aluno observará e descrevera os atos segundo suas experiências anteriores. Para o autor, no contexto escolar o erro é considerado um mal a ser eliminado a qualquer preço. Os erros são assinalados com cores vermelhas, muitas vezes, com uma cruz em caneta vermelha para ficar bem evidente. Nem sempre se busca a razão do erro, muito menos se faz dele um ponto de partida para a busca do acerto.
No sétimo capítulo, Moretto fala de uma função social da escola, “que é a preparação do cidadão para sua inserção na sociedade, na qual ele viverá como cidadão e como profissional de alguma área da atividade humana" (p. 65). Preparar o sujeito para sua vida em sociedade não é apenas comunicar-lhe as normas de convivência social, transmitir-lhe os conhecimentos socialmente construídos e ajudá-lo a acomodar-se a um grupo e viver dentro de um status quo estabelecido. Nessa  afirmação, constata-se que, a escola tem a função de formar gerentes de informações e não acumuladores de dados, que as informações aprendidas sejam aproveitadas para facilitar a aprendizagem. O aluno não é mero escutador e o professor o falador deve haver interação entre ambos.
“O construtivismo, é uma perspectiva epistemológica, isto é, uma visão do que representa o conhecimento, de como ele se produz e de como as pessoas dele se apropriam” (p. 66). Explica que o professor precisa utilizar o método dialético, funcionando como um questionador, um provocador buscando a negociação para a elaboração da síntese. A memorização deve ser significativa.
No oitavo capítulo Moretto mostra o papel dos conteúdos e começa dizendo que a escola tradicional deu ênfase “a escola conteúdista”, ensinando o conteúdo pelos conteúdos. Outros educadores opuseram e minimizaram a importância dos conteúdos, reduzindo-os quantitativamente ao mínimo e priorizando “o fazer” dos alunos.
Segundo Vasco, “O objetivo da nova proposta para o ensino é desenvolver a capacidade do sujeito para abordar situações complexas. Essa capacidade existe quando o sujeito tem disponíveis os recursos necessários para a abordagem. Um dos recursos é o conjuntos de conteúdos relacionados a situações a ser enfrentada.”(p. 86). Seguiu os diversos autores (Coll, 1996; Zabala, 1998), também os Parâmetros Curriculares – PCNs, na abordagem dos conteúdos em três tipos: conceituais / factuais, procedimentais e atitudinais.
Moretto ressalta a importância da aprendizagem dos conteúdos factuais, uma vez que, eles passam a constituir o contexto para uma situação complexa a ser abordada, já os conteúdos conceituais é entendido como aqueles que constituem o conjunto de conceitos e definições relacionadas aos saberes socialmente construídos. “A construção do conhecimento ajuda os alunos a construírem uma linguagem clara, precisa e cada vez mais significativa” (p. 88). Nos conteúdos procedimentais utiliza o escrito de Antoni Zabala (Zabala, 1998) que apresenta com bastante clareza o que entendemos por conteúdos procedimentais: “Um conteúdo procedimental – que inclui entre outras coisas as regras, as técnicas, os métodos, as destrezas ou habilidades, as estratégias, os procedimentos – é um conjunto de ações ordenadas e com um fim, quer dizer, dirigidas para a realização de um objetivo. São conteúdos procedimentais: ler, desenhar, observar, calcular, classificar, traduzir, recortar, saltar, inferir, espetar etc” (p. 43).
Nos conteúdos atitudinais, a escola forma para a vida e para a vivência plena da cidadania. A ideia é formar para os valores, como o respeito, a solidariedade, a responsabilidade, a honestidade etc. também está nela o conceito de atitudes. Os conteúdos atitudinais devem ser trabalhados isolados, mas no contexto dos outros conteúdos vistos no processo de ensino, é necessária a cooperação de todas as pessoas do grupo. Lembra que, os Parâmetros Curriculares Nacionais trazem os temas transversais que objetivam a formação para a cidadania.
Compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos e deveres políticos, civis e sociais, adotando, no dia-a-dia, atitudes de solidariedade, cooperação e repúdio às injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito (p. 7).
No nono capítulo, o autor fala sobre as diferentes maneiras de avaliar com eficácia e eficiência. A avaliação é parte integrante do ensino e da aprendizagem. Para que o professor avalie com eficácia e eficiência o autor ensina que a prova é um momento privilegiado de estudo e não um acerto de contas.
O educador precisa ter conhecimento dos diferentes instrumentos para avaliação e da melhor forma de utilizá-los. Este conhecimento está ligado à convicção de que a avaliação não deve servir de instrumento de pressão para manter a disciplina em aula ou de fazer o aluno estudar. Também ter a habilidade de elaborar bem as provas é outro recurso que o professor competente precisa ter para enfrentar a situação. Elaborar bem uma prova é saber contextualizar de acordo com os objetivos estabelecidos, perguntar de forma clara e precisa, questionar apenas conteúdos relevantes e não colocar “pegas” para derrubar o aluno.
Saber administrar valores culturais ligados à avaliação. Utilizar linguagem clara e precisa para o comando das questões. Criar ambiente favorável ao controle das emoções. Todo professor sabe que o momento da avaliação é aquele em que as emoções do aluno entram em ebulição. Nele se misturam sentimentos de ansiedade, medo, angústia, alegria, tensão, estresse etc.
O Professor competente para enfrentar a situação complexa de avaliar a aprendizagem de seus alunos é aquele que dispõe de recursos capazes de criar condições para que o aluno se sinta tranqüilo e sem estresse no momento da avaliação (não importa se escrita ou oral). Enfoca o “Ensino por competências” e “Ensino para competências”. Aqui, a avaliação é tida como parte integrante do ensino e da aprendizagem. A avaliação da aprendizagem precisa ser coerente com a forma de ensinar. Mostra comentários, exemplos e características de atividades aplicadas em avaliações que fortalecem os ensinamentos trazidos pelo autor.
No décimo capítulo, explica sobre a prova operatória: ressignificando a Taxionomia de Bloom ou ainda Taxionomia de Objetivos Educacionais, mostrando apenas o que permite para enfoque dado à avaliação da aprendizagem, sem nos atermos aos aspectos teóricos.
A palavra “taxionomia” (usa-se também taxonomia ou taxinomia ) significa classificação, sendo esta fundamentada em critérios ou parâmetros escolhidos arbitrariamente pelo classificador. Para os alunos de uma sala temos que escolher os critérios para a classificação, como por exemplo: o sexo, a cor da pele, a cor dos olhos, a altura, a origem etc. No caso de Bloom, o critério escolhido foi a complexidade das operações mentais necessárias para alcançar determinados objetivos. O critério é a complexidade das operações mentais para abordar situações complexas encontradas no processo da aprendizagem (p. 123 e124).
Assim, os objetivos percebidos na taxionomia de Bloom, visando à construção do conhecimento, são propostos em diferentes níveis, crescendo em complexidade: (re) conhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese, julgamento (avaliação). Moretto termina recomendando aos professores a elaboração de questões que provoquem diferentes tipos de operação mental, desde mais simples até as mais complexas. Essas questões serão favoráveis, pois dará ao educador o constante e necessário retorno sobre as necessidades dos alunos, permitindo o replanejamento do ensino pedagógico.
Finalizando, o autor mostra noções de reconhecimento, compreensão, aplicação, análise, síntese e julgamento (avaliação), dando exemplos e traçando comentários de algumas questões exemplificadas, também orienta para a preparação de questões operatórias.

Maria do Carmo Silva
Professora com Licenciatura Plena em Pedagogia pela Universidade do Estado de Mato Grosso (UNEMAT) e Pós – Graduação Latu – Senso em Planejamento Educacional pela Universidade Salgado de Oliveira ( UNIVERSO) é Professora do Ensino Fundamental na Escola Estadual Frei Ambrosio em Cáceres – MT.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ZABALA, Antoni. A prática educativa. Porto Alegre: ArtMed, (1998) Conteúdos procedimentais. p. 43
BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros curriculares nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais / Secretaria de Educação Fundamental. – Brasília : MEC/SEF, 1997.. PCNs.
BLOOM, Benjamim S; Hastings. J. Thomas e Madaus. George F. Manual de Avaliação Formativa e Somativa do Aprendizado Escolar. p. 123 e 124; São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1983.

Postado por Renis R.